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Como eu gosto de keywords

Por Marco Lopes
Google qué?

Google qué?

Para os fans de SEO, fica já aqui o aviso que este post não tem nada a ver com esse tema. Este é mais um daqueles posts a falar das pesquisas estranhas que trouxeram gente ao meu blog. Já há algum tempo que não fazia isto, tanto tempo aliás, que a criança por esta altura já deve ter uns 7 mesitos.

O que despertou a minha vontade de escrever sobre as keywords foi uma pesquisa tão simples, modesta e singela que eu não podia deixar passar ao lado:

como ser gira

É isto, curto, incisivo e modesto. Repare-se que a pessoa em questão não quer ser linda, não quer ser bonita, quer ser gira, simplesmente gira. Não é exigente, gira é tudo o que ela quer, e o google é quem lhe irá dar a resposta... ou não!

Mas esta está longe de ser a pesquisa mais criativa que conduziu alguém a este blog. O prémio para essa, esse está reservado para algo em grande, e o vencedor é:

como matar a criatividade

Claramente um típico empresário Português à procura de dicas sobre como tratar os seus empregados. A este, só me resta desejar boa sorte e deixar um aviso, cuidado com a concorrência, ela é feroz e numerosa.

Para as próximas duas keywords, vou ser de novo uma espécie de revista maria... da informática e aconselhar os seus autores sobre o que devem fazer. A primeira pesquisa à qual vou responder é:

disparar uma bola quando teclar space em java

A resposta é muito simples, larga os computadores, nunca mais toques em nenhum, eles são maus e não disparam bolas sozinhos quando alguém tecla space em JAVA. Afasta-te deles o mais possível.

A próxima resposta não é para uma pesquisa específica mas sim para uma série de variantes de pesquisas sobre como fazer bookmarks.

CTRL-D ou MAÇÃ-D

Aí está, isto é que é serviço público!

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Johnny Lee demos Wii Remote hacks

Por Marco Lopes

Quem é que se recorda de Johnny Lee, o estudante universitário que há uns tempos se tornou famoso por ter feito umas coisas giras com um wiimote. Pois, Johnny Lee fala agora numa TED talk intitulada:

Johnny Lee demos Wii Remote hacks

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Gedit e Gmate

Por Marco Lopes
Trabalhando

Trabalhando

Como utilizador do textmate no Mac, sinto bastante a falta deste editor no Linux. O textmate é um editor bastante poderoso e no entanto é bastante simples de usar e configurar. Actualmente, o meu editor princípal para programar em Linux, é o Emacs, que é bastante poderoso, mas ao contrário do textmate, é doloroso de configurar e costumizar.

Para agravar a situação, ainda não consegui que aquilo se portasse bem com JS embebido no HTML e com PHP (este último nem embebido, nem por embeber). Pelo que tenho visto este é um problema comum para quem utiliza o Emacs. Por este motivo, tenho que usar um editor alternativo quando estou a editar alguma destas duas linguagens, que felizmente não são das que mais uso.

A alternativa que encontrei foi usar o Gedit. Para mim, o Gedit não é propriamente um grande editor, mas, com alguns plugins torna-se suportável. Existe um pack, que se chama Gmate, que apesar de, ao contrário do que o nome parece indicar, não aproxima o Gedit ao Textmate, mas que traz uma série de temas e plugins bastante interessantes e que melhoram bastante o Gedit.

Depois de instalar, é só ir ao menu Edit->Preferences->Plugins e ligar e desligar plugins a gosto.

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E por falar em trabalho…

Por Marco Lopes

Quem não estiver interessado num mestrado à pala, pode sempre fazer como o George W. e arranjar um novo trabalhinho como ele fez quando saiu da casa branca:

Novo emprego de George W. Bush

Novo emprego de George W. Bush

 Clica na imagem para lhe dar uma mãozinha!

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Não trabalhar… é o que está a dar!

Por Marco Lopes
Indivíduo com mestrado do ISCTE

Indivíduo com mestrado do ISCTE

Acabaste o teu curso e não tens competência para arranjar algo melhor do que varrer ruas? Não o faças, porque manteres-te no desemprego... dá direito a prémio! O slogan devia ser "Queres um mestrado? Mantém-te desempregado!"

Bem vindo à sociedade que premeia a mediocridade!

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Actionscript 3 e Flash no Textmate

Por Marco Lopes

Finalmente vou publicar o prometido post sobre como faço para testar um projecto em Flash enquanto edito o código Actionscript3 no Textmate.

Primeiro, deixem-me dizer que, como já adquiri o Textmate há alguns anos, não sei se ele agora já traz de raiz o bundle para AS3, mas de qualquer das formas este está disponível no site oficial, tal como um bundle para AS2.

A forma que encontrei para obrigar o Flash a compilar o projecto, foi utilizando um applescript que activa a opção Test Movie do menu, já que o Flash não tem opções de jeito na linha de comando. A versão do Flash que estou a usar é o CS3, e o applescript é o seguinte:

on run
 
        tell application "Flash" to activate
        tell application "System Events"
          tell process "Flash"
            click menu item "Test Movie" of menu "Control" of menu bar 1
          end tell
        end tell
 
end run
 

A seguir, alterei o comando para correr a aplicação que vem com o bundle original já que este é para Flex. O shortcut para correr é maçã-r e o que fiz foi comentar tudo o que lá estava e colocar uma simples chamada ao script que activa os menus. Imaginando que o script se chama testflashmovie.applescript e que está localizado em /Applications/Scripts:

osascript /Applications/Scripts/testflashmovie.applescript

Para que isto funcione, é necessário que o Flash esteja a correr e o fla aberto.

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Google Tech Talk – Emacs org-mode

Por Marco Lopes

Aqui fica um vídeo com a google tech talk de Carsten Dominik, o autor do modo para emacs, org-mode. O org-mode, é um modo para o emacs que faz outlines, agenda, controlo de tempo em tarefas, folha de cálculo, etc..., tudo isto usando apenas ficheiros de texto. O org-mode implementa um poderoso user interface que permite ao utilizador esquecer que está a usar um ficheiro de texto.

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Mudança de instalações

Por Marco Lopes

O Repeat Until Keypressed, apesar de manter o mesmo aspecto, mudou de casa. Prevejo nos próximos tempos escrever um post com detalhes sobre como testar uma aplicação em flash directamente a partir do Textmate com o bundle de as3. Terei também em breve algumas notícias sobre o desenvolvimento conturbado do próximo jogo do Games Online que está para sair dentro de pouco tempo.

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Finalmente, o miniHelli

Por Marco Lopes

O tão falado jogo de helicópteros que recentemente anunciei aqui, foi finalmente lançado no Games Online, quem o quiser experimentar, é só ir à página do miniHelli. Agradeço qualquer comentário ou sugestão. E desejo que batam muitos records :wink:

minihelli

minihelli

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Someone got the blues… mas em castelhano

Por Marco Lopes

Para uns é "Fade to Black", para outros "Lady Blue". Estilos totalmente diferentes, mas se analisarmos bem as letras, encontram-se muitas semelhanças. Enrique Bunbury, mais conhecido pelos seus Héroes del Silencio, banda rock espanhola com um estatuto mítico, tanto em Espanha como na américa central e até mesmo nos EUA, é mais metafórico, usa mais do simbolismo, ou não fosse ele autor, entre outras, de coisas como "La Sirena Varada" canção baseada no texto para teatro com o mesmo nome, do autor surrealista Alejandro Casona. Conhecido pelas suas letras, tanto na sua carreira a solo como com os seus Héroes, vale a pena conhecer melhor a sua discografia e atentar no conteúdos das suas letras. Começando na de Maldito Duende, que consta ter sido escrita quando Enrique tinha apenas 14 anos. Nenhuma das que aqui indico é aquela que considero a sua melhor letra ou a sua melhor música, as que apresento aqui, faço-a pela sua relevância para o texto, até porque ser-me-ia difícil decidir por uma "melhor". Assim, e pela interpretação que eventualmente se poderá aproximar da de "Fade to Black" aqui publicado há uns dias, deixo "Lady Blue", um tema claramente mais POP do que o Rock habitual nos tempos dos Héroes del Silencio.

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Hoy voy a empezar
hoy es el comienzo del final
el cocodrilo
astronauta soy en órbita lunar
y ahora todo es mejor
la lluvia de asterioides ya pasó
no fue para tanto
y desde aquí
todo es insignificante
nada es tan preocupante
y el espacio es un lugar
tan vacío sin tí

Lady, Lady Blue
sin control, sin dirección
la luz se fue, ¿a dónde voy?
Lady, Lady Blue
sin control, sin dirección
la luz se fue, ¿a dónde voy?

No volverás a ver
la mirada triste
del chico que observaba el infinito
llamando a la estación
perdemos combustible
y la tripulación
se quiere despedir desde aquí
dejo esta grabación
a falta de algo mejor
la soledad es un lugar
tan vacío sin tí

Lady, Lady Blue
sin control, sin dirección
la luz se fue, ¿a donde voy?
Lady, Lady Blue
sin control, sin dirección
La luz se fue, ¿a donde voy?

Desde hoy
no temas nada
no hace falta ya
todo se fue con el húracan
nada queda
de las vueltas
que el tiempo nos dió
todo se fue con el húracan

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