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Vídeo do jogo The Flushing

Por Marco Lopes

Depois de ultimados os preparativos para lançar o mini jogo miniHelli, o que deverá acontecer nos próximos dias, devemos regressar em força ao desenvolvimento do The Flushing. Apesar desta pausa no desenvolvimento do jogo, o David não esteve parado e aproveitou para fazer um pequeno teaser daquilo que já é possível ver no jogo. O filme com as imagens do jogo, pode ser visto aqui.

The Flushing

The Flushing

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Alguns vivem e os jogos seguem

Por Marco Lopes

A paragem que afectou este blog, afectou várias outras actividades, entre elas o desenvolvimento de jogos para o Games Online. Felizmente, o meu colega David Duarte aproveitou a pequena pausa que isso causou no desenvolvimento do jogo The Flushing para fazer um mini-jogo ao qual chamou MiniHelli.

Ainda durante a fase de desenvolvimento e com os gráficos feito por ele só para desenrascar, publicou um filme com um pequeno preview do jogo MiniHelli que pode ser visto aqui. Neste momento os gráficos já foram substituídos por outros mais elaborados, naturalmente desenhados pelo TWolf, aqui fica um screenshot do jogo.

Screenshot do jogo miniHelli

Screenshot do jogo miniHelli

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Trying not to Fade to Black

Por Marco Lopes

Depois de uns tempos afastado, em que cheguei a considerar acabar com o blog, aqui estou a tentar um regresso. Os motivos que me mantiveram afastado mantém-se mas apresar disso tenho intenção de tentar continuar com o blog. Por isso mesmo, não garanto que haja posts com uma grande frequência, ou que consiga sequer fazer o tão desejado regresso. Por agora fica a promessa de uma tentativa de escrever algo nos próximos dias e um vídeo, e letra, apropriados para o momento.

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Life, it seems, will fade away
Drifting further every day
Getting lost within myself
Nothing matters, no one else

I have lost the will to live
Simply nothing more to give
There is nothing more for me
Need the end to set me free

Things not what they used to be
Missing one inside of me
Deathly lost, this can't be real
Can not stand this hell I feel

Emptiness is filling me
To the point of agony
Growing darkness taking dawn
I was me, but now he's gone

No one but me can save myself, but it's too late
Now I can't think, think why I should even try

Yesterday seems as though it never existed
Death greets me warm, now I will just say goodbye

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GIT, SSH e Windows

Por Marco Lopes

Há mais ou menos um mês atrás, quando comecei a escrever este artigo, estava pela primeira vez a utilizar o GIT num projecto onde também participaram utilizadores de MS Windows. Até há pouco tempo, a única forma de um utilizador de Windows aceder a um repositório GIT era utilizar a versão para cygwin. Isto, claro, não facilitava em nada a adopção do GIT já que a maioria dos utilizadores do Windows não têm conhecimentos suficientes para utilizar o cygwin e dos que têm, nem todos estão para o instalar só para poder correr o GIT.

Felizmente, agora existe o msysgit que corre em Windows nativamente, o que facilita um pouco a adopção do GIT em ambientes com utilizadores Windows. O msysgit é composto por várias aplicações, duas delas são o git-gui e a git-bash. A git-bash, tem muitos dos utilitários de Unix/Linux a que nos habituamos, como por exemplo o ls, grep, diff, ssh, scp, etc...,  e pode servir não só para gerir um repositório GIT mas também para qualquer outro fim que o utilizador necessite e onde possa aplicar alguma destas ferramentas.

Apesar disso, nem tudo são rosas. Nem todos os utilizadores têm capacidade para utilizar uma linha de comandos, como por exemplo a git-bash e o génio que fez o git-gui, esqueceu-se de incluir um interface para pedido da password para acesso a repositórios por ssh. Se em Linux ou Mac OS X por exemplo, isto não é tão problemático porque a password é pedida na shell à qual pertence o processo, no Windows, não havendo uma shell associada, não há forma de introduzir a password.

Uma solução para este problema, é permitir o acesso ssh sem password ao utilizador em questão a partir do computador onde acontece o problema. Para isso, geramos um par de chaves RSA que nos irá identificar:

ssh-keygen -t rsa

Tanto em Linux como em Mac OS X como em Windows, a chave fica guardada na sub-directoria .ssh dentro da directoria do utilizador. O passo seguinte, é copiar a chave pública para a máquina remota, para dentro da sub-directoria .ssh na home do nosso utilizador remoto. O ficheiro local chama-se id_rsa.pub e terá que ser copiado para a máquina remota com o nome authorized_keys2, por exemplo assim (em Windows, em vez do ~ penso terá que colocar o caminho para a directoria do utilizador):

scp ~/.ssh/id_rsa.pub remoteuser@remotemachine:~/.ssh/authorized_keys2

E pronto, deverá ser agora possível fazer ssh à máquina remota sem ter que introduzir a password. Caso esteja confirmado que tudo foi feito correctamente, mas o ssh continue a pedir a password, poderá ser devido a permissões erradas no servidor, a directoria .ssh deverá estar com permissões 700 e o ficheiro authorized_keys2 600.

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Isto só lá vai… assim

Por Marco Lopes
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Voltei, voltei!!!

Por Marco Lopes

Desde o verão, ainda não tive oportunidade de um regresso a sério à actualização deste blog. Actualmente estou a desenvolver em dois projectos pessoais em tecnologias com as quais não tenho grande experiência e é por isso provável que venha a falar delas aqui em breve. Uma delas é Actionscript 3, que estou a utilizar para o desenvolvimento de um jogo para o Games Online. A outra é o mod_python.

Enquanto não escrevo algo com mais detalhes sobre alguma destas tecnologias, deixo aqui mais um vídeo. Neste caso a interpretação de Van Cliburn do 2º movimento do Concerto para Piano Nº5 de Beethoven, o último concerto para piano escrito pelo compositor.

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Entrevista a Medina Carreira na Antena1

Por Marco Lopes

Regra geral não costumo falar ou dar grande importância a assuntos relacionados com política, mas, recentemente tenho por vezes tropeçado em algumas coisas dessa área que considero interessantes. Foi o que aconteceu na sexta-feira passada. Enquanto tentava estacionar o carro para ir trabalhar apanhei na Antena 1, uma entrevista a Henrique Medina Carreira que me despertou a atenção e a qual deixo aqui para quem estiver interessado em ouvir.

Entrevista a Medina Carreira

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1 ano de Games Online

Por Marco Lopes

Esta semana, o Games Online fez um ano. Tudo começou com a ideia de um amigo meu, de fazermos um site para colocarmos jogos que iríamos fazendo.  Ele sempre gostou de fazer jogos e já agora, mais valia colocar num sítio onde alguém os pudesse jogar.

LightAura Ship

LightAura Ship

Como eu andava afastado da programação de jogos há alguns anos, decidimos começar por jogos simples. Primeiro fizemos alguns jogos do tipo puzzle, e finalmente no início do ano, lá para Fevereiro ou Março resolvemos fazer um jogo com animação. Para começar simples, escolhemos fazer uma versão do Pong, porque eu conhecia uma versão nos anos 90 que me tinha demonstrado que o Pong pode ser um jogo bastante viciante.

Goldentrigger Ship

Goldentrigger Ship

Assim, em Abril lançámos o Poing. O jogo foi sendo "afinado" conforme o iamos jogando, ainda na fase de testes. Por esse motivo, quando finalmente o lançámos, nós mesmos gostávamos de o jogar. Assim, como somos também colegas de trabalho, durante a hora de almoço começámos a jogar um contra o outro e não tardou que mais gente se começasse a juntar ao grupo de jogadores de Poing.

Ao fim de uns tempos já tinhamos gente suficiente e resolvemos fazer um campeonato no qual participaram 8 pessoas. Esse campeonato foi um pouco prejudicado pelo facto de que  alguns participantes ainda não eram bons jogadores de Poing nos primeiros jogos e acabaram assim eliminados prematuramente. Entretanto, há algum tempo atrás, resolvemos fazer uma versão do Poing, chamada Poing Infernus, com uma nova skin e algumas, poucas, alterações ao jogo. Nos próximos dias deveremos começar o Poing Hell Tournament, um novo campeonato, desta vez com o Poing Infernus, que vai contar com 8 participantes, sendo que 5 dos participantes também competiram no primeiro campeonato de Poing.

Dragster '04 Ship

Dragster '04 Ship

Assim, chegámos ao jogo que está em desenvolvimento neste momento. Apesar de já termos algumas ideias e até alguma artwork publicada no site, só há cerca de um mês tivemos oportunidade de começar a programar para o jogo. A ideia do jogo consiste em ter uma área onde vários utilizadores combatem uns contra os outros por rede, controlando uma espécie de naves aquáticas. Estamos a pensar ter alguns modos de jogo diferentes, mas... tal como aconteceu com o Poing, muitas das decisões só serão feitas confome formos fazendo testes e formos vendo como saem.

The Phoenix Ship

The Phoenix Ship

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Para os fãs das teorias da conspiração

Por Marco Lopes

Há malucos para tudo, desde os que acreditam que o Elvis ainda mexe, ou que o Hitler tem uma vivenda no Algarve, que o Homem nunca foi à lua ou que o Walt Disney foi conservado criogenicamente. Se nos afastarmos destas teorias mais delirantes, há algumas teorias da conspiração que são mais realistas. Esse é o caso da teoria da conspiração de que vou falar.

Com certeza não fui o único a pensar naquilo que vou dizer a seguir. Hoje de manhã, ouvi na rádio umas declarações de George W. Bush. Como toda a gente sabe, um político assumir um cenário de catástrofe é simplesmente uma coisa que não acontece. Mas hoje, George W. Bush, veio sem papas na língua afirmar que a economia americana está numa situação de crise como não me lembro de alguma vez alguém ter feito. Segundo as próprias palavras do presidente americano, há que ter medo porque se algo não for feito, poderá vir a haver milhões de desempregados. Como reacção a estas declarações, o candidato do partido actualmente no poder, John McCain, suspendeu a sua campanha, fazendo assim o teatro de que já antes de ser eleito está a salvar o país de uma suposta crise. Ainda por cima, a mais grave de todos os tempos. Para piorar a situação, esta crise surge a poucas semanas das eleições presidenciais, numa altura em que Obama domina as sondagens.

Penso que toda esta situação é no mínimo muito suspeita, e a ver vamos se o povo americano não assina um certificado de ignorância, caindo na esparrela de mudar o seu voto, trazendo assim mais um sucesso aos sucessivos esquemas poucos claros utilizados pelo partido Republicano para chegar ao poder.

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Leonel

Por Marco Lopes
Leonel

Leonel

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