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Só numa internet perto de si!!!

Por Marco Lopes

Apesar de ainda não ter visto o Tropic Thunder, toda a publicidade que tem havido à volta do filme, fez-me lembrar outro projecto onde Ben Stiller e Jack Black trabalharam juntos.

Em 1999, Ben Stiller realizou e Jack Black protagonizou o episódio piloto de uma série chamada "Heat Vision And Jack" que seria proposta à Fox Network. A série, num estilo típico das séries dos anos 80, numa época onde possivelmente esse estilo ainda não estava na moda (é possível que a TVI ainda andasse a passar a versão dobrada d'"O Justiceiro"), foi recusada. O episódio piloto, foi parar à internet e acabou por se tornar um sucesso.

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No caso de "Heat Vision And Jack", o episódio tornou-se numa "série para internet" acidentalmente, mas, muito mais recentemente, o "Dr. Horrible's Sing Along Blog", uma mini-série de 3 episódios feita para a Internet, trouxe as produções ao estilo profissional que nos habituamos a ver na televisão, para a Internet, com direito a actores conhecidos e tudo (Neil Patrick Harris de "Doogie Houser, M. D.", "Undercover Brother", etc...).

Que futuro para as séries e filmes feitas exclusivamente para a Internet?

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TODO no Textmate

Por Marco Lopes

Esta é muito simples, mas dá um jeito do caraças. Como deu para perceber pelo artigo anterior, "De volta aos jogos!", depois de um período em que não tive muito tempo para me dedicar ao Games Online, estou de volta!

Como já disse em vários posts anteriormente, os editores que uso para programar são o Textmate em Mac e o emacs em Linux com algumas passagens exporádicas pelo vi. Para manter o controlo sobre o que tenho para fazer, regra geral uso o Org-mode do emacs. No caso específico do desenvolvimento que faço para o Games Online, esta solução não é a mais apropriada já que convém ter a lista de coisas a fazer e bugs a corrigir num local onde não esteja só disponível para mim. A solução que encontrei foi usar o bundle TODO do textmate.

O funcionamento deste bundle é tão simples, que a sua página de ajuda tem menos texto que este artigo. Basta começar uma linha de comentário por TODO, FIXME ou CHANGED, seguido da descrição do que é para fazer. Para ver a lista organizada com links para os locais onde estas "tags" se encontram basta fazer CTRL-SHIFT-T et voilá! Por defeito o bunlde vem configurado para que quando se escreva todo seguido de TAB, seja feito um comentário, colocada a string TODO e o cursor fique no local onde vamos escrever a descrição.

Simples, fácil e quem não usa textmate também tem acesso fácil aos nossos TODOs, FIXMEs e CHANGEDs em formato de comentário.

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De volta aos jogos!

Por Marco Lopes

Hoje vou falar de jogos. Não, não vou falar daquele de passou na RTP, comentado por dois adeptos do Barcelona! Vou antes falar dos jogos do Games Online.

Recentemente publicámos uma nova versão do Poing, o Poing Infernus. O Poing Infernus não é um jogo novo mas sim uma versão do Poing com algumas alterações, novos sons e um tema totalmente novo. Para variar, e como o pessoal que não chegou a tempo de participar no Poing World Championship, anda ansioso por participar num campeonato de Poing, vamos ter o Poing Hell Tournament, um campeonato de Poing Infernus. Para este torneio, como o Poing é multiplayer local, distribuimos ao pessoal que queria e estava à mão para participar, este belo convite que aqui mostro, para variar feito pelo TWolf:

Poing Hell Tournament Invitation

Entretanto, já estamos a tratar de fazer um novo jogo. Estamos a usar o git e, para que os utilizadores do Games Online se possam manter informados do que se vai passando, coloquei o feed de RSS com a descrição dos commits a aparecer na barra do lado direito. Para este novo jogo já está planeado suporte para jogar em rede, o que não acontecia com o Poing nem com o Poing Infernus.

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Texas Flood

Por Marco Lopes

Conta-se que Eric Clapton disse uma vez que o pior que lhe podia acontecer era ter que tocar depois de Stevie Ray Vaughan, porque depois do Stevie tocar, já não restava mais nada para fazer. Johnny Lee Hooker, B. B. King, Buddy Guy, entre outros, contavam-se entre os fãs de SRV. Aqui fica o vídeo de uma versão ao vivo de Texas Flood, na minha opinião, por um dos melhores, senão mesmo o melhor guitarrista de sempre. Senhoras e senhores, Stevie Ray Vaughan!

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Google Chrome, ou quando abrir o código à aplicação?

Por Marco Lopes

Regra geral evito escrever sobre a "notícia do dia" ou da semana. O que não falta é gente que escreve um post a dizer que saiu o novo Firefox, o novo Ubuntu, o novo não sei o quê que já toda a gente sabe que saiu. Mas neste caso vou escrever sobre o novo Google Chrome. Não vou escrever para noticiar, ainda que tardiamente, o lançamento do dito, nem vou escrever para dizer o que acho dele, já que o facto de o Google Chrome não ter sido ainda lançado para Linux ou Mac impede que o possa testar.

Então de que vou eu falar? Vou falar do artigo "Quando abrir o código de uma aplicação?". Parece que o pessoal do google anda a ler o que eu escrevo. Nesse artigo, eu referia algumas das vantagens que uma empresa poderia tirar do lançamento de uma aplicação com uma licença de Software Livre. Isto é exactamente o que vemos no Google Chrome. O google, sendo uma empresa cujo modelo de negócio é baseado na web, tem toda a vantagem em que o desenvolvimento de aplicações web seja o mais rápido e simples possível, e toda a conveniência em que as coisas corram bem e de forma semelhante para todos os utilizadores.

Posto isto, o google é um dos grandes prejudicados com a guerra dos browsers e as incompatibilidades que estas provocam. Fazer um Gmail, Google Calendar ou Google Docs, correr no Firefox, Safari e cada um dos IEs terá custado muitas horas e ordenados ao Google que poderiam ter sido aplicadas em algo mais inovador do que perceber porquê que determinado JS funciona em IE6 e Firefox mas não no IE7 ou algo do género.

Assim, o google lança um browser seu, mas... em vez de o lançar como um produto com o qual pretende ganhar dinheiro directamente, lança-o como um produto aberto, sob uma licença Open Source não restrictiva. A consequência disto é que o Google Chrome, em vez de ser mais um browser com o qual se tem que fazer testes de compatibilidade pois é diferente dos outros todos que já existe, é a médio prazo, no caso de este ser tão bom e inovador como é anunciado, a possibilidade de este passar a ser o core dos outros grandes projectos para web browsers existentes, reduzindo assim as incompatibilidades e dando ao google a vantagem de poder desenvolver com mais facilidade dentro da sua área de negócio, utilizando um engine optimizado para isso.

O próprio google, assume publicamente esta posição, como se pode ver na página 37 do cartoon de apresentação do Google Chrome que foi lançado ainda antes do próprio browser.

Eis aqui um grande exemplo de quando lançar uma aplicação utilizando o modelo Open Source.

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88

Por Marco Lopes

Os meios de comunicação social não param de falar no incêndio do Chiado, há 20 anos. Eu? Eu prefiro as pessoas!

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Upgrade ao WordPress

Por Marco Lopes

Decidi-me finalmente a fazer o upgrade para a última versão do WordPress. Quando foi do lançamento do 2.5 vários plugins deixaram de funcionar e por isso desta vez resolvi dar um tempo antes de me mandar de cabeça para o 2.6.

Parece-me que está tudo a funcionar bem, mas... se alguém detectar algum problema, agradeço que me avise.

Obrigado! ;)

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Aquele gajo que dança na internet

Por Marco Lopes

Durante uns quantos dias depois de vir de férias a vontade de fazer seja o que for não é muita. Se olharmos para este blog, nota-se que não só durante as férias, mas nas semanas que se seguem os artigos escasseiam. Por isso, e para evitar que se passem mais uns dias sem que apareça mais nada por aqui, aqui fica um vídeo bastante apropriado.

"Aquele gajo que dança na internet", nome que chama a ele próprio na brincadeira, é um ex-designer de jogos que chegou a estar envolvido em projectos como por exemplo o Destroy All Humans, antes de se demitir para ir viajar pelo mundo. Conhecido pelos vídeos que faz e publica no seu site "Where The Hell Is Matt?" onde aparece nos mais diversos pontos do globo... a dançar, eis Matt Harding no seu vídeo de 2008:


Where the Hell is Matt? (2008) from Matthew Harding on Vimeo.

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A minha nova 404

Por Marco Lopes

Depois de ler no bitaites o artigo 40-«hacks»-para-wordpress, resolvi implementar algumas das coisas que lá estavam. Outras, que já há algum tempo estou a pensar fazer, têm que ser bem vistas primeiro e pode ser que um dia ainda publique uma lista de quais são para evitar que fiquem para sempre "por fazer". Só não publico agora porque não as sei de cabeça, mas uma é a dos gravatars, outra é uma página de login independente do dashboard, várias outras que não estão na lista e que agora não me recordo.

Dos 40 hacks que estão na lista, vários já tinha feito por iniciativa própria e muitos nem sequer me parecem suficientemente complicados para ser chamdos de hack. Mas achei que o hack para a página de erro 404 era interessante, e assim, mudei totalmente a minha página de erro 404. O autor conseguiu convencer-me da importância de uma página informativa e com alternativas para o utilizador, e também conseguiu fazer-me ver uma coisa que nunca me tinha ocorrido e passo a citar:

Don’t call it a 404 page. Your visitors have no idea what this means. Only geeks know what 404 means.

Basicamente disponibilizo uma caixa de pesquisa, uma lista de artigos contendo as keywords que estão no URL e outra com os artigos mais populares indexados pelo plugin Popularity Contest.

Não deixo aqui um link para a minha nova página de erro 404 porque não me apetecer ter montes de acessos a uma coisa que não existe, mas quem tiver curiosidade de ver como ela ficou, concerteza há de saber como o fazer. ;)

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Insegurança Bancária

Por Marco Lopes

Por cá, já se sabe há muito, que a segurança nos sites dos bancos é um autêntico buraco e que estes preferem gastar os seus recursos em medidas para inglês ver, como os teclados virtuais, do que tratar da verdadeira segurança dos  seus clientes. Alguns, acrescentam a isto um serviço muito fraco, como referi no artigo "Os Sempre Em Baixo".

Mas, segundo o Slashdot, essa falta de segurança generalizada dos sites bancários, não é exclusivo de cá. É sempre bom para quem já se habituou a viver num país que está sempre nos primeiros lugares de tudo o que é mau, ver algo em que pelo menos não ficamos atrás dos outros.

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