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Tá Quieto Chão!!!

Por Marco Lopes

Sergei Shmolik, foi considerado o melhor árbitro bielorrusso da época passada. Mas isso não lhe chegou, e vai daí, decidiu que também queria ser o melhor árbitro piela'ó-russo! A brincadeira saiu-lhe cara porque aos 43 anos, a 2 anos de atingir a idade limite para poder actuar como árbitro de futebol, acabou afastado do futebol. Poucas vezes a expressão "aquele já anda torto" foi tão verdadeira. Aqui fica o vídeo da "carroça" mais famosa do futebol.

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Mau Jornalismo

Por Marco Lopes

Porque caralho aparece uma foto de José Sócrates numa notícia sobre agressões perpetradas pelo filho do Kadhafi?

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O Mal esteve fechado…

Por Marco Lopes

... mas voltou. Refiro-me a "O Mal está feito", o blog do João Quadros. Como sou grande fã da escrita humorística de João Quadros, tinha que o referir aqui. Parece que o regresso vem imbuído de bastante pica, que resultou em 12 posts em 2 dias, que quase me conseguiram pôr a chorar de tanto rir.

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1º Campeonato de Poing

Por Marco Lopes

Poing

O 1º campeonato de Poing, o mais recente jogo que colocámos no Games Online, terminou a semana passada. Ao princípio, eu, o Tron*, e o Special 1 of Poing* tivemos vantagem. Eu e o Tron* porque fomos os programadores do jogo e já éramos "batidos" quando o campeonato começou, o Special 1 of Poing* por ter sido dos primeiros a começar a jogar com frequência e por esse motivo já jogar bastante bem quando o campeonato começou.

Isto levou a que na primeira parte da fase de grupos tenhamos conseguido fazer mais pontos do que o resto do pessoal e assim entramos na segunda parte com alguma vantagem. Quando começou a segunda parte, já todos os participantes e alguns que não eram participantes estavam viciadíssimos no Poing e a aplicar grandes técnicas.

Os participantes são todos colegas de trabalho que durante a hora de almoço aproveitam para jogar um bocado de Poing. Progressivamente todos foram começando a ficar curiosos e acabaram por ficar fãs do jogo. Apesar do Poing não ser um jogo que tenha grandes argumentos para o modo single player, o modo multiplayer funciona de forma espectacular. Isto levou a que a competitividade tenha aumentado exponencialmente na segunda fase.

Apesar disso, os três conseguimos passar para as meias finais juntamente com o Homem Ninja* e eu acabei por ganhar a final contra o Tron* que ficou em 2º lugar. Na luta pelo 3º e 4º lugar o Special 1 of Poing* acabou por ganhar.

O campeonato era mais uma brincadeira do que outra coisa mas mesmo assim, a pressão de um jogo a sério manifestou-se. A reacção a essa pressão, na minha opinião teve um papel tão preponderante como a vantagem inicial, no apuramento dos resultados.

E esta foi a história de como me tornei campeão de Poing.

Devido à pressão do pessoal que ainda não jogava Poing quando o campeonato começou, e que querem participar numa competição. Em breve devemos organizar outra competição qualquer, tipo a Taça Poing ou o Torneio Poing. Estamos a prever que essa competição venha a ter entre 8 e 10 participantes. Para terminar numa nota de modéstia, eu depois faço aqui um post quando ganhar essa também. :mrgreen:

* Nomes artísticos usados por eles no campeonato

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Little Big Planet

Por Marco Lopes

ACTUALIZAÇÃO: Apesar de mostrar o mesmo evento, a primeira parte do vídeo não correspondia à segunda e por isso havia uma parte da demonstração que não aparecia nem num vídeo nem no outro. O vídeo já foi trocado e a primeira parte já está completa e liga à segunda. 

Hoje, descobri um jogo bastante interessante para a PS3 ao ler um post no blog do Nuno Markl. Fui procurar alguma informação sobre o jogo e descobri dois vídeos, cada um com uma parte de uma apresentação feita por membros da equipa responsável pelo jogo.

No primeiro vídeo, eles explicam a forma como os personagens interagem com o cenário e como podem ir criando os níveis ao mesmo tempo que jogam.

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Na segunda parte, eles mostram o gameplay propriamente dito, que na teoria não é diferente de criar um nível. O conceito é de facto inovador. Depois de ver estes dois vídeos, vontade para experimentar este jogo não me falta. O que falta mesmo... é uma PS3 ;)

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O GTD numa só página

Por Marco Lopes

Já há algum tempo que não falava aqui no Getting Things Done. Mas hoje, tropecei num link que me pareceu interessante, e me fez ficar com alguma vontade de voltar a tentar usar o GTD. Uma coisa importante que me falta para completar esse passo, é encontrar uma forma prática de conseguir aceder à minha lista a partir de vários computadores.

O link é para um artigo, já com um bocado mais de um ano, que tenta explicar o GTD numa só página e apresenta um diagrama bastante interessante para ajudar a perceber a mecânica da coisa.

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Mas alguém quer saber disso?

Por Marco Lopes

Mas alguém quer saber das vírgulas depois dos "e" para alguma coisa? Pois é, eles tocaram por cá! Infelizmente eu não pude ir ver. Deixo aqui o vídeo do Oxford Comma.

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Já agora fica também aqui um link para uma versão bastante crua da música Oxford Comma.

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Linkroll

Por Marco Lopes

Encontrei dois artigos no Slashdot que decidi não deixar passar em branco.

O primeiro, porque está relacionado com o artigo que aqui publiquei intitulado "Acesso Fácil à Informação? Até Quando?". Mais concretamente, está relacionado com o ponto 2 desse artigo, onde refiro os formatos fechados que podem vir a substituir os formatos abertos geridos pela w3c. O artigo, intitulado "W3C's Role In the Growth of a Proprietary Web" e que discute exactamente o papel da w3c no crescimento desses formatos proprietários.

O segundo, visto da prespectiva certa, e ressalvando a comparação de alhos com bugalhos que gera a dita estatística, até pode ser engraçado. Intitula-se "Linux For Housewives. XP For Geeks", em Português, Linux para as donas de casa, XP para os cromos. Por pouco que seja para levar a sério, há uma coisa que não se pode fugir. Dentro da área da informática existe muita gente que já ouviu falar do Linux. Como se costuma dizer, pouco conhecimento muitas vezes é pior do que nenhum, e essa gente por vezes tem uma alergia ao Linux, sem nunca o ter experimentado, que não afecta as donas de casa (num sentido lato da palavra para abrager todos os infoexcluídos)  por não terem uma ideia pré-concebida do que é o Linux.

Para finalizar e só porque me apetece, aqui fica um screenshot do meu desktop.

 Gnome e OpenBox

PS1 - Sim, eu sei que tenho um enorme bug verde no desktop

PS2 - Também sei que o Evolution e o Thunderbird são dois clientes de e-mail, mas estou a começar a dar uma hipótese ao Evolution, enquanto não tiver a certeza que é para ficar, o Thunderbird fica ali a jeito ;)

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Acesso fácil à informação? Até quando?

Por Marco Lopes

Será possível que um grupo de idiotas ainda consiga vir a "dar cabo" da Internet? Eu não tenho uma resposta concreta para dar a esta pergunta. Será que alguém tem?

Acorrentado

A Internet é enorme, nem irias acreditar o quão vasta, enorme, mentalmente atrofiante grande ela é. Até podes pensar que aceder a coisas refundidas como os newsgroups é ir longe, mas isso não é pevas comparado com o tamanho da internet!

Não é fácil arruinar algo tão grande e com as características da Internet. Mas existem lobbies, grupos organizados de gente que, apesar de não o saber, tem como objectivo levar a era da informação de volta aos anos 80. E o pior, é que essa gente tem poder, muito poder. Será possível fazer frente a esse tipo de desafios que tem surgido cada vez mais, nos dias que correm?

Desafio nº1 - Os formatos fechados manhosos

Tentar fechar todas as saídas, e obrigar o mundo a ficar dependente de uma empresa não é prática nova. Já muitos o tentaram fazer e na informática, a Microsoft têm-no feito como prática corrente desde que nasceu. Mas, até agora esse domínio nunca foi oficializado. A standartização de formatos proprietários e que mantém os utilizadores, sejam indivíduos ou empresas, presos à empresa responsável por esses formatos, sempre foi consequência do uso desses mesmos formatos por uma maioria pouco esclarecida.

Mas agora, apesar de a Microsoft já não ter o poder sobre os utilizadores que teve há poucos anos atrás e apesar do mercado estar mais dividido, assistimos a um novo ataque. Esse ataque apoia-se em armas que podem vir a desequilibrar a balança. Os lobbies.

Entidades que supostamente deviam tentar criar um standard para os formatos que permita a compatibilidade e a fácil leitura desses formatos por toda a gente, aparecem a fazer exactamente o oposto. Refiro-me a coisas como a insistência da adopção de um formato proprietário, fechado e não interoperável para documentos de aplicações tipo office.

A grande diferença entre esta situação e a que se tem vivido até agora, é que desta vez esses formatos podem vir a tornar-se um standard oficial, creditado por entidades oficiais que deveriam promover a interoperabilidade.

Se os formatos de aplicações de escritório são uma das peças importantes nesta questão, não são as únicas. Cada vez mais vemos formatos patenteados e fechados a surgir como forma de troca de informação.

Temos o pdf, formato da Adobe. Empresa que demonstrou há alguns anos do que é capaz, ao enviar para a prisão um russo que numa conferência demonstrou as falhas do sistema de segurança do pdf.

Temos o Flash, agora também nas mãos da Adobe, outro formato fechado, cada vez mais a colocar em perigo os formatos abertos geridos pela w3c. O Flash, pode agora também ser indexado pelo google e yahoo com as consequências negativas que isso pode trazer. E isto leva-nos ao desafio nº 2.

Desafio nº2 - A Internet como um circo

A indexação do Flash pelos motores de pesquisa é outro risco. Actualmente, a Internet é uma fonte de informação e os motores de pesquisa são o índice que nos permite encontrar essa informação. Existem alguns... muitos... sites que são um autêntico circo, com coisas a piscar, bonecada a saltar, música irritante, the whole nine yards.

Este parece ser um dos desafios mais fáceis de ultrapassar. O spam de keywords em sites sem conteúdo interessante, é facilmente evitável com adaptações aos algoritmos já usados hoje em dia para filtrar informação nos motores de pesquisa.

O outro perigo vindo daqui são os sites que realmente têm conteúdos interessantes, mas... são feitos em Flash e por isso o conteúdo está perdido algures dentro de um movie. Uma das situações que pode ocorrer, é ter como resultados sites que trazem a informação que procuro mas que me obrigam a andar perdido dentro de um Flash à procura da parte do movie onde essa informação se encontra.

Penso que as desvantagens deste tipo de situação irão por si próprias levar à solução dos problemas que possam surgir e é por isso pouco preocupante.

Desafio nº3 - O lápis azul que risca a informação

A união europeia encontra-se sob pressão de algumas empresas e cartéis, para limitar o acesso dos cidadãos à Internet. A ideia é que só algumas aplicações certificadas por cada país, sob directivas da UE, possam aceder à Internet, através dos ISPs desse país. Como seria de esperar, alguns políticos mais corruptos já se estão a chegar à frente para beneficiar estas empresas em troca de alguns lucros por fora.

Se por um lado com alguma facilidade os utilizadores ignoram um ISO se este serve outros objectivos que não sejam a uniformização e interoperabilidade. Se os motores de pesquisa se adaptam e penalizam conteúdos sem qualidade. A imposição de censura sob ameaça de prisão não é tão fácil de ultrapassar. E é disso que se trata neste terceiro ponto.

O sucesso de uma medida deste género pode arruinar totalmente a utilidade da Internet e levar o mundo a uma idade média da informação. Se a liberal europa segue uma política destas, imagine-se o que os conservadores EUA poderão vir a fazer?

Outra consequência indirecta desta medida seria a morte de todo o software não desenvolvido pelas grandes empresas que conseguem a aprovação dada por essa nova PIDE que iria regular o acesso à Internet. Começando por uma descrição do computador onde estou actualmente, fica bem claro o problema.

Software Livre

Seria quase impossível qualquer Software Livre conseguir a dita certificação, tendo em conta que o seu código é aberto e que qualquer programador poderia facilmente alterar esse software certificado para fazer algo que essa certificação tenta evitar.

Pequenas Aplicações

Quantas pequenas aplicações ou utilitários de rede uso no meu computador? Nem sei dizer. Desde o ping, tracerout, dig, whois, ssh, scp até aplicações como o Gnome Clock que se liga a um servidor para mostrar um pequeno painel com a temperatura, mail notifiers, etc... Seria alguma vez possível conseguir a aprovação individual de cada uma desses milhares de aplicações? Creio que não, e a consequência disso seria o seu desaparecimento.

Aplicações Alternativas

Eu uso o Pidgin, no Mac uso o Adium, uso o Thunderbird e o, um bocado menos alternativo, Firefox. Não só as empresas que possuem o software dominante teriam mais um local onde poderiam tentar impedir a aprovação dos seus concorrentes, como o facto de serem aplicações usadas por uma minoria levariam a que, como já acontece actualmente, fossem ignoradas. Mais uma vez, sem certificação que lhes permita aceder à Internet, para que serviriam?

Conclusão

Alguns mais graves, outros menos. Alguns facilmente ultrapassáveis outros não. Se por um lado acho difícil que se consiga impôr aos cidadãos uma medida tão castradora como a que a união europeia ameaça, por outro não estou a ver a maioria das pessoas levantar-se da cadeira para o tentar impedir.

Posso estar a ser um pouco dramático, mas a verdade é que cada vez mais a Internet está sob este tipo de ataques e a liberdade de outros tempos já não é uma realidade nos dias de hoje. Será mesmo possível que ainda venham a arruinar a Internet e que o fácil acesso à Informação que temos actualmente venha a ser uma coisa do passado?

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Ontem o Windowmaker, hoje o Quicksilver

Por Marco Lopes

Ainda ontem estava eu aqui a referir o regresso do Windowmaker e hoje vejo que o Quicksilver também está de volta. Por enquanto é só uma release com alguns bugfixes, mas parece que em breve haverá umas releases com novas features.

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